As dificuldades não esmagam um homem, fazem-no.
(Arthur Meighen)

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Magusto

O Magusto é já Sábado, não tarda a festa começa e inevitavelmente terminará.

Pois venha ela!!







P.S.: Newsletter das gaffes nº3 será publicada amanhã como forma de pré comemoração :)
O melhor da festa é mesmo esperar por ela :)

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Na sala de aula

A professora escorrega e dá o maior tombo na sala de aula.
Na queda,o vestido sobe-lhe até à cabeça.
Levanta-se imediatamente, ajeita-se, e interroga os alunos:
- Luisinho, o que você viu?
- Seus joelhos, professora.
- Uma semana de suspensão! E você, Carlinhos?
- Suas coxas, professora.
- Um mês de suspensão. E você, Joãozinho?
Joãozinho pega os cadernos e vai saindo da sala:
- Bom, pessoal, até o ano que vem...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Lição do dia...

Directamente dos Açores...

Cumprimentos Ismaiatos rh/Açoreanos :)

domingo, 9 de novembro de 2008

Paz

"O terrorismo é uma forma desesperada de impotência porque o terrorista é incapaz de viver no mundo que não aceita. A crítica radical do terrorista funda-se numa ética de convicção, alheia a qualquer consideração sobre os efeitos das suas acções. Por isso o terrorista não deixa patentemente de o ser - é o homem da guilhotina e da bomba, que só releva os princípios em que acredita e como só conhece aquela ética de convicção, não acredita na sua possibilidade de transformar argumentativamente o mundo, por isso, quer destruí-lo."
PhD Pinto Bronze, in Lições de Introdução ao Direito, Coimbra, 2000.

Paz... será tanto mais eficaz quanto menos recorrer ao uso da força e quanto mais recorrer a uma adequada argumentação. Muitas vezes, mais do que as palavras, os actos, para que sejam societáriamente reconhecidos como legítimos.
Se não por palavras, por actos.
Pelo amor à paz.
Pelo amor à vida.
Pela paz dentro de cada um de nós.
Verdadeira Paz, não uma Paz podre...

Banco Português de Negócios Esquisitos


Visão
Boca do Inferno – Ricardo Araújo Pereira Domingo, 9 de Novembro de 2008

Opinião - Banco Português de Negócios Esquisitos


Quem deve 700 euros pode ter problemas: intimações, tribuanis, penhoras. Quem deve 700 milhões, em princípio, está mais à vontade. Se contrair empréstimos, já sabe: aponte para cima.



Qual é, hoje em dia, a profissão mais rentável? Jogador de futebol? Advogado? Namorada de jogador de futebol? Não. Creio que o ramo de actividade mais atraente para quem quer construir uma carreira de sucesso é ser proprietário de um banco falido. Enquanto o banco não vai à falência, retiram-se todos os benefícios que ser banqueiro oferece; quando vai à falência, não se suporta nenhuma das desvantagens ­ o Estado toma conta de tudo. Quem deve 700 euros pode ter problemas: intimações, tribunais, penhoras. Quem deve 700 milhões, em princípio, está mais à vontade. Se contrair empréstimos, já sabe: aponte para cima. No que toca a devedores, aplica-se o mesmo princípio de mérito que rege o resto da sociedade: os maiores e mais talentosos têm mais dinheiro e prestígio.

Levando tudo isto em consideração, não se percebe por que razão não há programas de auxílio à criação de bancos falidos. É certo que, no momento em que vão à falência, os apoios não faltam. Mas, tendo em conta que se trata de uma actividade tão proveitosa, não deveria ser incentivada desde cedo?

Como toda a gente, teria todo o gosto em fundar um banco falido. Desgraçadamente, contudo, não tenho curso de economia ou gestão, e temo que a minha falta de preparação técnica me levasse a criar um banco bem sucedido e próspero, o que não interessa a ninguém. Só os mais conceituados e bem pagos gestores parecem ter a capacidade para conduzir um banco estrondosamente à bancarrota.

De acordo com a Agência Financeira, no dia 12 de Outubro de 2008, Teixeira dos Santos garantia desconhecer indícios de que algum banco português estivesse com problemas. Menos de três semanas depois, o mesmo Teixeira dos Santos anunciou a nacionalização do BPN. Há aqui uma perspicácia do ministro que talvez deva ser sublinhada. No entanto, se, por um lado, se louva a capacidade do BPN para, três semanas antes de implodir, conseguir camuflar o estado em que se encontra, a verdade é que, noutros aspectos, o banco não foi tão hábil. Normalmente, uma empresa pratica irregularidades para conseguir sobreviver, ou para aumentar os lucros. No BPN, as irregularidades resultaram, segundo o Diário de Notícias, em prejuízos de 360 milhões de euros e perdas acumuladas de 700 milhões de euros. Até para fazer falcatruas é preciso ter talento.


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Fiquemos com este provérbio....

"Ânimo vence a guerra, e não arma boa."

Para pensar...

Bom fim-de-semana para todos!

Feira do Empreendedor

13, 14 e 15 no Centro de Congressos da Alfandega do Porto

www.anje.pt/academia