(Arthur Meighen)
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Para reflectir...
sábado, 29 de novembro de 2008
Selecção de Pessoal
Já me queimei a brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo.
Gestores de RH em crise
Recursos Humanos é uma carreira que causa muito stress e é muito desgastante. Muitos profissionais da área de Recursos Humanos dispensam muito do seu valioso tempo e da sua energia a tentar resolver os problemas e necessidades dos empregados. Muitos profissionais de RH dedicam tanta energia a cuidar das necessidades dos outros que negligenciam as suas próprias carreiras.
Será que eu preciso de tempo?
Nem sequer se lembra da última vez que tirou um tempo para si, que fez uma pequena pausa ou que tirou umas férias paradisíacas. Deixe-me dizer-lhe que está a cometer um erro horrível, se por acaso respondeu sim a esta questão. Não tirar um tempo para cuidar de si e da sua carreira é a pior coisa que pode fazer. Desta maneira os outros vão melhorar nas suas carreiras, porque você os ajudou, e a sua carreira como ficou? Alguém o ajudou? A resposta é não! Ninguém se preocupou consigo. Tire umas férias e aproveite-as para se reorganizar.
Assumo responsabilidades a mais?
Você preocupa-se demasiado em resolver a situação dos funcionários e assume múltiplas responsabilidades. Pare! Aprenda a separar e a delegar as tarefas que consomem a maior parte do seu tempo. Veja se não pode passar algumas dessas tarefas a outros departamentos, por exemplo, para os serviços administrativos. Relaxe, deixe as responsabilidades dos outros de lado e assuma as suas próprias responsabilidades.
Ando muito "stressado"?
Os gestores de Recursos Humanos costumam andar sempre debaixo de uma grande tensão. Arranje um meio para libertar a tensão acumulada e possíveis frustrações. Que tal conversar com colegas da mesma área? Decerto que o irá ajudar e vai fazer com que se sinta bem mais calmo e menos tenso depois de partilhar relatos da sua "guerra" com outros profissionais como você.
Sou um caso perdido?
Se tentou de tudo, mas ainda acha que se encontra no meio desta crise e que nada consegue fazer para sair dela, que tal começar a pensar em procurar novas oportunidades para a sua carreira? Porque não fazer uma mudança radical? Pense nisso e saia desta crise em alta.
Não gostei especialmente da última solução que é dada – uma mudança radical – não que ela por vezes não seja necessária, mas não para tentar resolver um problema como este, porque continuaremos com ele quando estivermos noutra actividade – este é um problema não da actividade profissional, mas de nós mesmos, da forma como encaramos o mundo e os problemas.
De facto, sejamos um dia profissionais de sucesso ou não, todos passaremos por fases iguais às aqui retratadas, seja em que área de actividade for, e se não conseguirmos encará-las positivamente seremos uns eternos frustrados.]
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Na sala de aula
Na queda,o vestido sobe-lhe até à cabeça.
Levanta-se imediatamente, ajeita-se, e interroga os alunos:
- Luisinho, o que você viu?
- Seus joelhos, professora.
- Uma semana de suspensão! E você, Carlinhos?
- Suas coxas, professora.
- Um mês de suspensão. E você, Joãozinho?
Joãozinho pega os cadernos e vai saindo da sala:
- Bom, pessoal, até o ano que vem...
domingo, 9 de novembro de 2008
Paz
Paz... será tanto mais eficaz quanto menos recorrer ao uso da força e quanto mais recorrer a uma adequada argumentação. Muitas vezes, mais do que as palavras, os actos, para que sejam societáriamente reconhecidos como legítimos.
Se não por palavras, por actos.
Pelo amor à paz.
Pelo amor à vida.
Pela paz dentro de cada um de nós.
Banco Português de Negócios Esquisitos

Opinião - Banco Português de Negócios Esquisitos
sábado, 25 de outubro de 2008
A beleza nos nossos olhos...
Recebi este video e não podia deixar de dedicá-lo a uma pessoa de quem gosto muito, que já venceu uma batalha e sei que vencerá a guerra.
A vida marca-nos de muitas formas. Acredito que os nossos demónios desaparecem com a força que a própria vida nos dá. Muitas vezes escrever e ver o que somos é também uma forma de exorcismo, de lavar a alma e é também uma forma de não permitir que esses demónios morram no nosso próprio esquecimento. Que as palavras permaneçam na solidão das palavras.
Desta forma, posso ir soltando alguns fios de brilho ao longo dos dias que passam. E o tempo passa tão rapidamente. Ainda não há muito tempo, todos nós fomos pessoas tão diferentes, diferentes do que somos hoje, do que somos agora, do que sentimos hoje, tão diferentes, porque o tempo passa e porque a experiência em si é um jogo de conhecimento; vamos percebendo como a vida se dá a si mesma. A dura realidade é que o tempo passa, olhamos para trás e muitas vezes, vezes demais, percebemos que o estivemos a perder…
Umas vezes, são as nossas fragilidades perante a vida e a sua intensidade que nos fazem crescer, mudar, evoluir. Eu espero que assim seja. E na vida, há que chorar mas limpar as lágrimas, enterrar a dor com o esquecimento, tirar o luto ao mundo e viver sem respostas. Há que viver, apenas. Viver de relâmpagos, muitas vezes.
Para ti minha querida amiga e colega...