Colegas
Agora que chegou o fim desta etapa e a saudade começa a espreitar, será que podemos fazer "undo" para que estes momentos não sejam apagados das nossas vidas??
Aguardo a resposta.
Beijos
Paula Santos (Bó)
As dificuldades não esmagam um homem, fazem-no.
(Arthur Meighen)
(Arthur Meighen)
domingo, 5 de julho de 2009
Sem título...
Mudar,
Penso no quanto as nossas vidas se alteraram, no quanto a minha vida mudou,
Amámos, chorámos, rimos, partilhámos a alegria da vida em toda a sua plenitude. Vivemos…
Ao longo destes anos, filhos nasceram, cresceram, alguns tornaram-se jovens mulheres e homens aos olhos dos seus pais, aos olhos do mundo. Partilhámos as nossas vidas, e uma marca de cada um permanecerá em nós.
Momentos houve em que o desespero parecia apoderar-se, momentos em que deixámos de sentir o perfume e de ver a luz, pensámos e repensámos, mas continuámos a sentir o perfume da vida, continuando a caminhada.
Quantos de nós não consagramos a dor para ter mais vida? Nada há a lamentar.
Não lamento o meu caminho, as delícias nascidas de cada amor que tive, de cada chama de luz que me iluminou, do silêncio de mim. Fui sempre igual a mim própria, posso dizer que o prólogo da minha vida acabou, e neste momento nada mais desejo ou anseio que o futuro que é já presente. Renascerei numa nova vida, e o meu olhar mergulha no mar, na imensidão da lava que surge.
À noite ouço o som terno da música, navego num mar de emoções, encontro a luz e adormeço, ouço ecos da minha vida e do futuro. Guardo-me e vivo com a arte do destino.
Sim, há que estancar o sangue e curar cada uma das nossas feridas, juntos vencemos esta batalha! Com as nossas famílias, maridos, mulheres, namorados e namoradas, pais e irmãos, os avós e amigos, os nossos anjos… Como batem forte os seus corações com o orgulho e alegria da nossa concretização, como batem forte os nossos corações. Dos seus olhos uma lágrima nasce, serei a única a senti-lo?
Vejo mais claro em mim, desejo mais, anseio por mais, felicidade gera felicidade, êxito gera êxito, sinto paz penetrar em mim. Paz que ecoa e vibra.
Uma estrela ergue-se, um hino nasce com a alegria de um povo, querem que vos fale dele? Harmonia, vagas que me inundam, deverei sorver, mergulhar? Alegria suprema, aromas inebriantes… O verão amadurece os frutos, o Sol põe-se, apenas…
O futuro aguarda-nos, imagino borboletas livres, cansaço que me delícia, deleite! Olho a vida a rasgar-me a pele, a distância desta vida aumenta, mas um abraço de seda permanece em mim. Serenata ardente e tímida que provoca, espinho de algodão onde me deito, onde me envolvo em lençóis de loucura.
Procuro no destino as luzes, para que os anjos deslizem no bem, numa terra que ama o seu mar, nada mais desejo!
Reine o silêncio. Hoje, sou feliz.
Penso no quanto as nossas vidas se alteraram, no quanto a minha vida mudou,
Amámos, chorámos, rimos, partilhámos a alegria da vida em toda a sua plenitude. Vivemos…
Ao longo destes anos, filhos nasceram, cresceram, alguns tornaram-se jovens mulheres e homens aos olhos dos seus pais, aos olhos do mundo. Partilhámos as nossas vidas, e uma marca de cada um permanecerá em nós.
Momentos houve em que o desespero parecia apoderar-se, momentos em que deixámos de sentir o perfume e de ver a luz, pensámos e repensámos, mas continuámos a sentir o perfume da vida, continuando a caminhada.
Quantos de nós não consagramos a dor para ter mais vida? Nada há a lamentar.
Não lamento o meu caminho, as delícias nascidas de cada amor que tive, de cada chama de luz que me iluminou, do silêncio de mim. Fui sempre igual a mim própria, posso dizer que o prólogo da minha vida acabou, e neste momento nada mais desejo ou anseio que o futuro que é já presente. Renascerei numa nova vida, e o meu olhar mergulha no mar, na imensidão da lava que surge.
À noite ouço o som terno da música, navego num mar de emoções, encontro a luz e adormeço, ouço ecos da minha vida e do futuro. Guardo-me e vivo com a arte do destino.
Sim, há que estancar o sangue e curar cada uma das nossas feridas, juntos vencemos esta batalha! Com as nossas famílias, maridos, mulheres, namorados e namoradas, pais e irmãos, os avós e amigos, os nossos anjos… Como batem forte os seus corações com o orgulho e alegria da nossa concretização, como batem forte os nossos corações. Dos seus olhos uma lágrima nasce, serei a única a senti-lo?
Vejo mais claro em mim, desejo mais, anseio por mais, felicidade gera felicidade, êxito gera êxito, sinto paz penetrar em mim. Paz que ecoa e vibra.
Uma estrela ergue-se, um hino nasce com a alegria de um povo, querem que vos fale dele? Harmonia, vagas que me inundam, deverei sorver, mergulhar? Alegria suprema, aromas inebriantes… O verão amadurece os frutos, o Sol põe-se, apenas…
O futuro aguarda-nos, imagino borboletas livres, cansaço que me delícia, deleite! Olho a vida a rasgar-me a pele, a distância desta vida aumenta, mas um abraço de seda permanece em mim. Serenata ardente e tímida que provoca, espinho de algodão onde me deito, onde me envolvo em lençóis de loucura.
Procuro no destino as luzes, para que os anjos deslizem no bem, numa terra que ama o seu mar, nada mais desejo!
Reine o silêncio. Hoje, sou feliz.
A Idade de Ser Feliz
Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-las a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida, a nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.
Façamos do nosso momento RH, não um momento do presente mas sim um momento que dure para sempre.
A todos os colegas votos das maiores felicidades.
Paula Santos (Bó)
Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-las a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida, a nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.
Façamos do nosso momento RH, não um momento do presente mas sim um momento que dure para sempre.
A todos os colegas votos das maiores felicidades.
Paula Santos (Bó)
sábado, 4 de julho de 2009
O nosso jantar de finalistas - 03.07.2009
Foi e é um prazer conhecer-vos!!
We are the champions é dedicado a todos,
A todos os que lutaram contra as adversidades ao longo destes anos,
Por todas as lágrimas,
Por todas as gargalhadas e momentos bem passados,
Por todos os momentos de desilusão,
Mas sobretudo, por todos os momentos que fizeram de nós Ismaiatos RH.

Obrigada Mestre Dantas por fazer de nós rede...
We are the champions é dedicado a todos,
A todos os que lutaram contra as adversidades ao longo destes anos,
Por todas as lágrimas,
Por todas as gargalhadas e momentos bem passados,
Por todos os momentos de desilusão,
Mas sobretudo, por todos os momentos que fizeram de nós Ismaiatos RH.

Obrigada Mestre Dantas por fazer de nós rede...
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Obrigado, bem hajam!
Neste pequeno grande percurso que agora quase termina, entre sorrisos de felicidade e angústias de saudade, quero deixar aqui o meu muito obrigado a todos que comigo e connosco caminharam nesta jornada de árduo trabalho mas de muito prazer! E provas não faltam: a nossa sardinhada, o nosso magusto, os nossos jantares, a nossa entreajuda, a nossa esperança de sermos gente, gente rh que se quer excelente. Espero, sinceramente, que nunca percamos a tão falada rede em que, certamente, muitos gostariam de entrar, por isso, porquê sair? Tenho a certeza que mais tarde ou mais cedo todos seremos bem-sucedidos, mas também não me restam dúvidas que um dia todos precisaremos uns dos outros.
“Fiquem bem, sejam felizes e se poderem façam pelo menos uma pessoa feliz!”
Bem hajam! Até já!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
SARDINHADA RH 2009
- A ARTE DA EXCELÊNCIA
Dou comigo a pensar, não raras vezes, como este país seria fantástico se soubesse colocar na palma da mão as vontades solidárias, as capacidades não aproveitadas, os saberes nunca permitidos serem acção…E não era preciso muito: bastava que as lideranças soubessem e quisessem transformar as ideias em acções, que não tivessem alma de eucalipto (cresce, cresce e faz mirrar tudo à sua volta…), que acreditassem no sopro das emoções…
A nossa sardinhada foi um hino de excelência, de dedicação, de compromisso, de qualidade, da arte de saber encantar.
Deixem-me expressar os meus sentimentos e diversos testemunhos que já recebi; deixem-me partilhar um pedaço de alma feliz (mesmo com sentimentos contraditórios por problemas de saúde de familiar muito próximo): gostava de abraçar todos que, desta ou daquela forma, contribuíram para o prazer no rosto de centenas de pessoas (mesmo que fosse com a sua presença); gostava de me aconchegar num cantinho das vossas emoções; adorava sorrir com todos e com cada um; gostava de ser companheiro de sucessos nos vossos percursos; gostava de ser aragem de frescura nos momentos menos bons que tiverem na vida.
Todas as universidades gostariam de ter gente como os meus alunos, almas vibrantes como as vossas, capacidades por descobrir como as que demonstraram: estamos a construir um sonho de consolidar um curso de referência, uma sociedade com futuro e gente que gosta de ser gente com a gente que lhes permite ser gente.
E continuem, todos, a construir a rede ismaiata rh, com o código de marca de sejam felizes e se puderem façam uma pessoa feliz, porque eu já aprendi que um sorriso não empobrece o dador mas enriquece o recebedor. E vamos. E levemos todos connosco. Nas barcas da vida. Velas içadas. Sempre gente. Sempre piscar de olhos para a curiosidade. Sempre alma. Sempre ponto de interrogação consequente. Sempre nós. Sempre elo. Sempre acção. Sempre ismaiatos rh.
Bem hajam. E vivam. E sejam excelentes. E gente, sempre.
Sejam felizes e se puderem façam, pelo menos, uma pessoa feliz. E eu fui a pessoa mais feliz do mundo na nossa sardinhada. E de tal maneira feliz que, às vezes, me lembrava das palavras do meu pai que tem no rosto as rugas da vida lavrada para os filhos: «eu não merecia tanto». E daí, aqui e acolá, me ter sentido criança de bibe a acariciar sonhos, rosto de emoções mil arrepiado pelo carinho recebido.
E foi bom adormecer e acordar assim, embrulhado em tanta certeza de futuro.
Obrigado.
José da Costa Dantas
Dou comigo a pensar, não raras vezes, como este país seria fantástico se soubesse colocar na palma da mão as vontades solidárias, as capacidades não aproveitadas, os saberes nunca permitidos serem acção…E não era preciso muito: bastava que as lideranças soubessem e quisessem transformar as ideias em acções, que não tivessem alma de eucalipto (cresce, cresce e faz mirrar tudo à sua volta…), que acreditassem no sopro das emoções…
A nossa sardinhada foi um hino de excelência, de dedicação, de compromisso, de qualidade, da arte de saber encantar.
Deixem-me expressar os meus sentimentos e diversos testemunhos que já recebi; deixem-me partilhar um pedaço de alma feliz (mesmo com sentimentos contraditórios por problemas de saúde de familiar muito próximo): gostava de abraçar todos que, desta ou daquela forma, contribuíram para o prazer no rosto de centenas de pessoas (mesmo que fosse com a sua presença); gostava de me aconchegar num cantinho das vossas emoções; adorava sorrir com todos e com cada um; gostava de ser companheiro de sucessos nos vossos percursos; gostava de ser aragem de frescura nos momentos menos bons que tiverem na vida.
Todas as universidades gostariam de ter gente como os meus alunos, almas vibrantes como as vossas, capacidades por descobrir como as que demonstraram: estamos a construir um sonho de consolidar um curso de referência, uma sociedade com futuro e gente que gosta de ser gente com a gente que lhes permite ser gente.
E continuem, todos, a construir a rede ismaiata rh, com o código de marca de sejam felizes e se puderem façam uma pessoa feliz, porque eu já aprendi que um sorriso não empobrece o dador mas enriquece o recebedor. E vamos. E levemos todos connosco. Nas barcas da vida. Velas içadas. Sempre gente. Sempre piscar de olhos para a curiosidade. Sempre alma. Sempre ponto de interrogação consequente. Sempre nós. Sempre elo. Sempre acção. Sempre ismaiatos rh.
Bem hajam. E vivam. E sejam excelentes. E gente, sempre.
Sejam felizes e se puderem façam, pelo menos, uma pessoa feliz. E eu fui a pessoa mais feliz do mundo na nossa sardinhada. E de tal maneira feliz que, às vezes, me lembrava das palavras do meu pai que tem no rosto as rugas da vida lavrada para os filhos: «eu não merecia tanto». E daí, aqui e acolá, me ter sentido criança de bibe a acariciar sonhos, rosto de emoções mil arrepiado pelo carinho recebido.
E foi bom adormecer e acordar assim, embrulhado em tanta certeza de futuro.
Obrigado.
José da Costa Dantas
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Actividades (Sardinhada e Magusto)
domingo, 21 de junho de 2009
Ouvindo o inescutável...
No séc. III A.C., um sábio Rei mandou o seu filho estudar para o templo sob a direcção de um grande mestre. O grande mestre mandou o pequeno príncipe ir sozinho para a floresta. Ao fim de um ano, devia voltar ao templo e descrever os sons da floresta.
Passado um ano, o pequeno príncipe voltou e o grande mestre pediu-lhe para descrever tudo aquilo que tinha ouvido.
O menino respondeu:
- Mestre, eu ouvi os cucos a cantar, as folhas a sussurrar, os grilos a trautear, as abelhas a zumbir e o vento a murmurar.
Quando terminou, o grande mestre mandou-o de volta à floresta para escutar o que mais se conseguia ouvir. O pequeno príncipe ficou confuso, mas regressou à floresta.
Durante dias e noites sem fim, o pequeno príncipe esteve sozinho na floresta, sentado e atento, à escuta do inescutável.
Então, uma manhã, começou a distinguir débeis sons, diferentes dos que anteriormente tinha ouvido. Quanto mais se concentrava, mais perceptíveis os estranhos sons se iam tornando. Sentiu.se invadido por um sentimento de clarividência e pensou: devem ser estes sons que o Mestre queria que eu ouvisse.
O pequeno príncipe voltou ao templo e o grande mestre perguntou-lhe o que tinha ouvido mais.
O menino respondeu:
- Mestre, ao escutar ainda com mais atenção, ouvi o inescutável - o som do Sol a aquecer a Terra, o som das flores a abrirem as pétalas, o som das ervas a beberem o orvalho matinal.
O grande mestre acenou com a cabeça em sinal de aprovação e afirmou:
- Ouvir o inescutável é uma necessidade valiosa para compreendermos o universo, nós próprios e os outros.
(lenda oriental)
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